Meu perfil
BRASIL, Mulher



Arquivos

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 Blog dos Pitacos
 Fotolog da Lala




Coçando a Cuca
 


hmmm....

 Da série mitos X verdades

O 'British Medical Journal' trouxe uma matéria assinada por dois médicos americanos, Rachel Vreeman e Aaron Carroll, sobre os chamados "mitos médicos". O objetivo é buscar a verdade científica. Um dos exemplos é que comer à noite engorda mais: não é verdade, as calorias que consumimos vão engordar independente da hora em que as ingerimos. Eis outros exemplos, tirados do 'British Medical Journal':

1. Açúcar causa hiperatividade em crianças: independentemente do que os pais possam acreditar, o açúcar não pode ser responsabilizado pela perda de controle deles sobre os filhos", afirmaram os médicos Rachel Vreeman e Aaron Carroll , explicando que nenhum estudo, até hoje, mostrou algum papel do açúcar nos distúrbios comportamentais.

2. Há mais suicídios nos feriados: "Feriados podem fazer surgir o pior de nós", comentaram Vreeman e Carroll, mas isso não é o suficiente para fazer ninguém se matar, mesmo nos meses de muito frio, quando ninguém sai de casa. Ao contrário: pesquisas assinalam que há mais suicídios nos meses onde se faz mais calor.

3. Manter a cabeça desprotegida faz o corpo perder calor: todo mundo adere ao uso do gorro ou do chapéu quando começa a esfriar a temperatura. No entanto, estudos mostram que o corpo não perde calor só porque a cabeça está eventualmente desprotegida. "Qualquer parte descoberta do corpo perde calor" de maneira proporcional, afirmam os médicos. "Assim, se estiver frio lá fora, deve-se proteger o corpo. Se você quiser manter sua cabeça coberta, é problema seu."

4. Comer à noite engorda mais: Diz a lenda que, para evitar ganho de peso, é preciso comer menos à noite. Mas isso não faz diferença. "As pessoas ganham peso porque consomem mais calorias do que queimam", argumentam os médicos.

5. É possível curar ressaca: "A ressaca é causada pelo consumo excessivo de álcool. Assim, o modo mais efetivo de evitar a ressaca é consumir álcool com moderação, ou nem consumi-lo." Resultado: não há nada no campo da medicina que faça a ressaca desaparecer, a não ser esperar o efeito do álcool passar ou esperar que ele seja todo eliminado.

6. Deve-se beber ao menos oito copos de água por dia: "Estudos sugerem que é possível atender à necessidade de líquidos por meio de uma típica dieta de consumo de sucos, leite e mesmo café", afirmam os médicos. "Em contrapartida, beber água demais pode ser perigoso - pode até matar."

7. Usamos apenas 10% do nosso cérebro: "Nenhuma área do cérebro fica completamente silenciosa ou inativa." Pesquisas comprovam que as pessoas usam muito mais do que 10% da capacidade cerebral, segundo os médicos. Este é um mito antigo, "propagado por múltiplas fontes que defendem o poder da auto-ajuda e do desenvolvimento de habilidades latentes".

8. Depois de morrermos, cabelo e unhas continuam a crescer: imagine que mórbido seria se isto fosse verdade. O antropólogo forense William Maples garante que a ideia é um mito, mas admite uma base biológica para ele. Como o perito e muitos dermatologistas explicam, a desidratação do corpo pode provocar um recuo da pele, criando a aparência de que cabelo e unhas estão mais compridos.

9. Ler com pouca luz pode prejudicar os olhos: mais um mito que não corresponde à realidade. De fato, ler num ambiente com pouca luz, submete a visão a um esforço maior, faz secar a córnea e causa desconforto ocular. Mas os efeitos não são permanentes e nem a função nem a estrutura dos olhos são afetados por esta atitude.

10. Raspar o pêlo faz com que ele cresça mais rápido, mais grosso e mais escuro: a terminação do cabelo (e do pêlo) raspado não tem a mesma suavidade do não-raspado, podendo criar a ilusão de que é mais grosso e se o novo cabelo que cresceu parece mais escuro, isto pode dever-se ao fato de não ter estado ainda exposto ao sol e aos químicos existentes no meio ambiente. O estudo mais antigo a negar a ligação entre cortar cabelo e o ritmo do seu crescimento é de 1928.

 

Fonte: Yahoo!



Escrito por R às 18h37
[] []





Antigamente....

HISTÓRIA DA DEPILAÇÃO

Só pra saber se o sofrimento é moderno, rs...

A presença excessiva de pêlos no corpo é um problema de todos os dias e de todas as mulheres, que já vem do tempo da antiga Grécia. Em 2000 a.C., as mulheres gregas arrancavam os pêlos com as mãos, ou queimavam-nos com cinzas quentes sobre a pele.

A dor era tanta que as sacerdotisas dos templos de Creta ingeriam uma bebida forte, que entorpecia o corpo. Uma espécie de anestesia que evitava assim o sofrimento.

A história nos revela que em 1500 a.C. os homens também removiam os pêlos com um depilador feito de sangue de diversos animais, gordura de hipopótamo, carcaça de tartaruga e trissulfeto de antimônio.

O primeiro instrumento usado na depilação data do tempo da Grécia antiga e chamava-se Estrigil, instrumento adoptado pelas mulheres romanas, que consistia numa varinha de 16 a 30 centímetros de comprimento com a ponta curva.

As mulheres passavam no corpo uma pasta à base de vegetais, cinzas e a argila, raspando posteriormente a pele com o Estrigil.

Ao longo dos anos, os pêlos foram sempre considerados algo de supérfluo. E até de repugnante e maléfico, no caso das mulheres muçulmanas, que tinham como hábito rapar o corpo todo.

Elas usavam um xarope espesso, composto de açúcar e sumo de limão, que, diziam, ajudava a extrair os pêlos.

Os egípcios foram, por seu turno, os primeiros a utilizar o extracto de sândalo, a argila e a cera de abelhas, ingredientes que dariam origem à depilação com cera tão em voga entre nós.

Os romanos também se referem a composições depiladoras, algumas das quais continham soda cáustica como destacado ingrediente. Cleópatra tirava seus tão indesejáveis pêlos com faixas de tecidos finos banhados em cera quente. Embora os depilatórios químicos sejam considerados uma invenção contemporânea, o processo para remoção dos pêlos através de decomposição química surgiu na Antigüidade. Na realidade, durante séculos seu desenvolvimento ficou adormecido e diversas outras alternativas foram introduzidas.

É no século XX, porém, que a depilação se torna uma questão de higiene, bom gosto e elegância.

Nos anos 20 e 30, a depilação era apenas feita nas pernas, enquanto a zona púbica não era delineada, nem tão pouco as axilas.

No início da segunda metade do século, a depilação das axilas é a grande conquista, generalizando-se a prática da depilação. Apenas as mulheres naturistas mantém tudo... ao natural.

Finalmente, nas duas últimas décadas, a adesão passa a ser total, sendo a depilação feita nas pernas, axilas, braços e, por vezes, na região púbica.

 

 



Escrito por R às 11h59
[] []





Mitos X Verdades

Alice no país das maravilhas

A história de Alice se originou em 1862, quando Charles Lutwidge Dodson fazia um passeio de barco no rio Tâmisa com sua amiga Alice Pleasance Liddell (com 10 anos na época) e suas duas irmãs. Lá ele começou a contar uma história que deu origem à atual.

O livro pode ser interpretado de várias maneiras. Uma das interpretações diz que a história representa a adolescência, com uma entrada súbita e inesperada (a queda na toca do coelho, iniciando a aventura), além das diversas mudanças de tamanho e a confusão que isso causa em Alice, ao ponto de ela dizer que não sabe mais quem é após tantas transformações (o que se identifica com a psicologia adolescente).

Também é possível dizer que a obra faz referências a questões de lógica e à matemática, matéria que Carroll lecionava. Um exemplo é o debate que Alice faz com o Chapeleiro e a Lebre de Março sobre relações inversas (o Chapeleiro argumenta que ver o que se come não é o mesmo que comer o que se vê). Carroll também faz referências à língua francesa, como no capítulo 2, onde Alice se comunica com um camundongo em francês, perguntando "Où est ma chatte?" ("onde está a minha gata"), o que o deixa assustado.

Há muita especulação sobre o que originou, de fato, este conto. A relação íntima e estranha que o autor mantinha com Alice - que era 20 anos mais nova que ele, algumas fotografias de conotação erótica com crianças (o fato de sempre andar com um saco preto cheio de brinquedos para atraí-las), as inúmeras cartas que escrevia às suas amiguinhas nas quais se despedia com 10 milhões de beijos e o fato da família ter tentado afastar o autor da criança levam a crer numa tendência pedófila de Lewis Carroll (como se chamou posteriormente). Nada foi comprovado, mas até hoje - mais de um século após o livro ter sido editado - ainda se investiga sobre isso.

Uma segunda vertente fala sobre o uso de drogas por parte do autor, particularmente o LSD, já que - segundo pesquisadores, Lewis Carrol descreve, provavelmente, o cogumelo alucinogéneo Amanita muscaria, que é muito popular e usado há mais de 6000 anos.

Que história!!!!

 

Informações detalhadas em: http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2007/09/10/a-eterna-duvida-sobre-o-autor-de-alice-no-pais-das-maravilhas/



Escrito por R às 17h30
[] []





Da série CURIOSIDADES...

Por que tanto se tem medo da sexta-feira treze?

Na América do Norte e na Europa, uma parcela significativa da população se comporta de maneira estranha em sextas-feiras 13. Nesse dia, essas pessoas não entram em aviões, não dão festas, não se candidatam a empregos, não se casam, nem iniciam um novo projeto. Algumas dessas pessoas nem vão trabalhar. Nos Estados Unidos, cerca de 8% da população tem medo da sexta-feira 13, uma condição conhecida como parasquavedequatriafobia. A "sexta-feira 13", como conhecemos, está enraizada em muitas tradições e culturas.

(Só o nome da fobia já dá medo!)

A superstição acerca da sexta-feira 13 é na verdade uma combinação de dois medos separados: o medo do número 13, chamado triskaidekafobia, e o medo de sextas-feiras. A fonte mais familiar de ambas as fobias é a teologia cristã. O treze é significativo para os cristãos porque é o número de pessoas que estavam presentes na última ceia (Jesus e seus 12 apóstolos). Judas, o apóstolo que traiu Jesus, foi o décimo terceiro a chegar.

Os cristãos, tradicionalmente, têm mais cautela com as sextas-feiras por Jesus ter sido crucificado nesse dia. Além disso, alguns teólogos dizem que Adão e Eva comeram o fruto proibido em uma sexta-feira, e que o grande dilúvio começou em uma sexta-feira. No passado, muitos cristãos não iniciavam nenhum novo projeto ou viagem em uma sexta-feira, por medo de que o esforço fosse condenado desde o princípio.

Os marinheiros eram particularmente supersticiosos nesse sentido e costumavam recusar-se a embarcar em sextas-feiras. De acordo com uma lenda, no século 18, a Marinha Britânica comissionou um navio chamado H.M.S. Friday (sexta-feira em inglês) com a intenção de suprimir a superstição. A marinha selecionou a tripulação em uma sexta-feira, lançou o navio em uma sexta-feira e até escolheu um homem chamado James Friday para ser o capitão do navio. E assim, em uma manhã de sexta-feira, o navio partiu em sua primeira viagem - e desapareceu para sempre.

Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos com as sextas-feiras em oposição geral às religiões pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês em homenagem a Frigg, a deusa nórdica do amor e do sexo. Essa forte figura feminina, de acordo com os historiadores, representava uma ameaça ao cristianismo, que era dominado por homens. Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo.

Alguns ligam a infâmia do número 13 à cultura nórdica antiga. Na mitologia nórdica, o amado herói Balder foi morto em um banquete com o deus do mal Loki, que se infiltrou em uma festa de 12, totalizando um grupo de 13. Essa história, bem como a história da Santa Ceia, levam a uma das mais fortes conotações do número 13. Nunca se deve sentar-se à mesa em um grupo de 13.

Outra parte significativa da lenda da sexta-feira 13 é a sexta-feira 13 particularmente ruim ocorrida na idade média. Em uma sexta-feira 13 de 1306, o Rei Filipe da França queimou os reverenciados cavaleiros templários, marcando a ocasião como um dia do mal.

Algumas pessoas adquirem o medo da sexta-feira 13 por causa de má sorte que tiveram nesse dia no passado. Se você se envolver em um acidente de carro em uma sexta-feira 13, ou perder sua carteira, o dia ficará marcado para você. Mas se pensarmos bem, coisas ruins (como derramar o café ou problemas mais sérios) ocorrem todos os dias, portanto, se você procurar por má sorte em uma sexta-feira 13, você provavelmente encontrará.

 Em síntese:

Ruim mesmo só o Jason...  ... e olhe lá!

Fonte: como tudo funciona



Escrito por R às 10h19
[] []





Mais de história

                                                                    História da Panela de Pressão

          A história da panela de pressão se inicia com a dificuldade vivida pelos antigos alpinistas no alto das montanhas ao cozinhar alguma coisa. A explicação para essa dificuldade é simples: ao nível do mar, a água entra em ebulição a 100° centígrados, mas em altitudes elevadas, onde a pressão atmosférica é menor, a temperatura máxima que ela atinge é bem inferior a isso, o que dificulta o cozimento de qualquer coisa. Daí a necessidade de que lá em cima seja conseguida temperatura bem mais alta para preparar as refeições que precisem ser cozidas, embora, por si só, tal providência não resolva totalmente a questão, uma vez que fatores como ventos e temperatura ambiente podem exigir a permanência de uma panela no fogo durante várias horas, o que complica a questão. 

          Diante desse problema, a solução imaginada foi igualar a pressão no interior da vasilha àquela verificada ao nível do mar e, quando a experiência nesse sentido deu o resultado desejado, aumentar essa mesma pressão dentro do recipiente, porque assim seria possível cozinhar os alimentos em temperaturas menores e gastando menos tempo, além de torná-los mais saborosos e macios como acontece com as carnes duras. 

          Em outras palavras: quando o alimento é colocado com certa quantidade de água em uma panela hermeticamente fechada, mas provida de válvula de segurança, e esta é levada ao fogo, o vapor d’água produzido não pode se dispersar, o que aumenta a pressão no interior do recipiente, tornando-a maior que a pressão atmosférica. O aumento da pressão faz a água entrar em ebulição a uma temperatura acima de 100° centígrados, mas o vapor formado levanta o pino da válvula e uma parte dele sai da panela, estabilizando a pressão e a temperatura interna. 

          Esse princípio foi utilizado pelo físico francês Denis Papin (1647-1714), que em 1679 criou um aparelho “para amolecer ossos e cozinhar carne em pouco tempo”, segundo sua própria definição. Era o digestor, ou “marmita de Papin”, um recipiente de ferro fundido que podia ser fechado hermeticamente por uma tampa, provido de válvula de segurança para deixar escapar o vapor quando a pressão interna alcançasse determinada intensidade, e no interior do qual se tornava possível elevar a temperatura de ebulição da água aumentando a pressão sobre a superfície líquida. Nesse caso, o próprio vapor formado pela água aquecida aumentaria a pressão sobre o líquido, impedindo-o de ferver. 

          Até 1905 esse tipo de panela foi fabricado em ferro fundido. Nesse ano a Presto Company, dos Estados Unidos, produziu o primeiro modelo de alumínio, seguido logo depois pela panela de aço inoxidável.

 

 

 

 Uma das primeiras - se parece mais com uma autoclave.

(em tempo: pelo Houaiss, autoclave é substantivo feminino)

 

 Esta é a mais comum.

 

 

 Que tal uma panela de pressão digital?

 

 

 

Fonte: Fernando Kitzinger Dannemann

 



Escrito por R às 18h05
[] []





Na mesma linha de raciocínio

Só mais uma curiosidade. O que significam os símbolos das etiquetas?

 

 



Escrito por R às 15h07
[] []





Vai uma lavagem a seco?

O que é a lavagem a seco?                 

Taí uma curiosidade que sempre tive....

Trata-se de um processo que limpa as roupas sem usar água. É utilizado um líquido de limpeza e as roupas são imersas e limpas em um líquido solvente. Líquido - o motivo de o processo ser chamado de "a seco" é porque não envolve água. Simples, né?

No início, as empresas de lavagem a seco usavam muitos solventes diferentes, inclusive gasolina e querosene, para limpar roupas e tecidos. Nos EUA, a indústria da lavagem a seco é relativamente nova e começou há cerca de 75 anos. Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, os solventes sintéticos voláteis, tetracloreto de carbono e tricloroetileno, deram espaço ao produto conhecido como percloroetileno, que se tornou a escolha de uma esmagadora maioria do setor. Não somente era mais rápido e mais seguro, como também limpava muito melhor. Também precisava de equipamentos menos robustos, menos espaço e podia ser instalado em locais de lojas de varejo, oferecendo serviço rápido de qualidade.

Como resultado dessa inovação, a maioria das roupas atualmente são lavadas com percloroetileno. Uma proliferação de franquias de lavanderias e lavanderias a seco que ofereciam serviços rápidos em localizações convenientes, limpas e atraentes evoluiu para que o setor se transformasse no que vemos hoje.

 

O processo de lavagem

Quando você deixa suas roupas na lavanderia para lavagem a seco, os funcionários seguem um padrão que é o mesmo em quase todas as operações de lavagem a seco realizadas atualmente. Suas roupas passam pelas seguintes etapas:

Colocar etiquetas e inspecionar - há métodos, sejam pequenas etiquetas de papel ou pequenos rótulos escritos na gola de uma camisa, que são usados para identificar as roupas. Elas também são examinadas para garantir que não há botões faltando, rasgos, etc., cuja culpa possa recair sobre o processo de lavagem depois.

Pré-tratamento - o funcionário procura por manchas em suas roupas e as trata para fazer com que a remoção seja mais fácil e completa. O pré-tratamento das manchas é semelhante ao processo usado em casa quando você aplica um removedor de manchas antes de lavá-las. A idéia é tentar remover a mancha ou deixar a remoção mais fácil usando produtos químicos.

Lavagem a seco - as roupas são colocadas em uma máquina e lavadas com um solvente. Apesar de haver muitas marcas e fabricantes de máquinas de lavar, todas elas são basicamente as mesmas, no que diz respeito aos princípios e funções. Uma máquina de limpeza é uma lavadora/extratora/secadora movida por um motor que suporta de 9 a 45 kg de roupas e tecidos em um cesto rotatório e perfurado de aço inoxidável.

Enquanto as roupas giram no cesto perfurado da máquina de limpeza, há um fluxo constante de solvente de limpeza da bomba e do sistema de filtragem. O solvente é borrifado constantemente no cesto e na câmara, fazendo não apenas com que as roupas fiquem imersas, mas também fazendo com que sejam atiradas gentilmente contra as aletas do cilindro.

O próximo ciclo seca e gira as roupas rapidamente para expelir o solvente, depois entra em um ciclo seco em que ar quente circula através das roupas.

Pós-remoção de manchas - as manchas remanescentes são removidas.

Acabamento - isso inclui passar, dobrar, embalar e outros toques finais.

 

Fonte: Como tudo funciona.



Escrito por R às 15h04
[] []





História do controle remoto

O primeiro controle remoto de televisão foi criado em 1950 pela Zenith Radio Corporation e não era nem um pouco prático, uma vez que era ligado à TV por meio de um fio, o que limitava seu uso a distância. Em 1955 a mesma empresa criou o primeiro controle remoto wireless. Ele era munido de uma fonte de luz que era captada por uma fotocélula alojada no aparelho de tv. O problema é que a fotocélula não sabia distinguir a luz proveniente do controle remoto (que podia também ser chamado de lanterna) da luz proveniente de qualquer outro foco da casa. Sem contar que acertar a fotocélula pedia uma boa pontaria do usuário. Além disso, esse controle era limitado a apenas um comando.

Primeiro controle remoto

No ano seguinte um inventor chamado Robert Adler trouxe uma solução para este problema, ele produziu um controle remoto que emitia ondas de ultra-som. Essa nova tecnologia eliminou os problemas de seu antecessor e ainda trouxe um beneficio novo, ele podia diferenciar seus raios tornando, assim, possível o uso de mais que um comando no controle remoto. O primeiro possuía um controle para canais e outro para volume.

O problema é que a tecnologia de ultra-som era um pouco cara e somente com o advento dos transistores é que este controle se tornou popular. A única desvantagem é que apesar de inaudível ao ser humano os sons emitidos pelo controle incomodavam animais de estimação e algumas vezes o microfone receptor instalado no aparelho de TV sofria interferência de sons externos.

Com o aumento da disponibilidade de canais nos anos 70 foi necessário o uso de números de três dígitos para designação das emissoras. E isso criou um problema muito grande, pois os controles remotos até então só possuíam a opção de "canal para cima" e "canal para baixo" o que tornava muito chato navegar entre muitos canais. Portanto houve a necessidade de um controle remoto que pudesse enviar uma mensagem ao televisor com o numero certo do canal. Para isso seria necessário que o controle tivesse diferentes ondas para as teclas de 0 a 9 assim como os demais comandos.

Para suprir a essa demanda uma nova tecnologia foi criada em 1977 pela empresa ITT a pedido da gigante das telecomunicações BBC. Essa tecnologia nova era ao infravermelho. Foi aí que nasceu o controle remoto como conhecemos hoje.

Atualmente este é um objeto indispensável. Um estudo recente diz que em uma casa de classe média existem pelo menos quatro controles remotos, demonstrando, assim, que mais do que facilitadores da vida moderna os controles remotos são parte fundamental do mundo que conhecemos hoje. A tendência é que eles reúnam mais e mais funções e sejam capazes de controlar diversos tipos de aparelhos diferentes.

Controle remoto universal

 

Fonte: Wikipedia



Escrito por R às 14h21
[] []





Ainda sem nada pra fazer, essa gente doida...

Idéias absurdas que ainda tramitam, mas que podem virar lei aqui no Brasil.

Bichos humanos

Projeto: Proíbe que bichos de estimação recebam nome de gente, com pena de multa.

Autor: Pastor Reinaldo (PTB-RS), Câmara dos Deputados.

Argumento: Evitar saias-justas em encontros entre pessoas e animais de mesmo nome. Mas o autor desistiu quando eleitores começaram a batizar seus cães de pastor Reinaldo.

Viva o Viagra

Projeto: Obriga a distribuição gratuita de Viagra para os impotentes.

Autor: Dílson Fortes (PTB), Câmara Municipal de Caicó, RN.

Argumento: O vereador diz que a disfunção erétil abala a auto-estima e pode estimular o alcoolismo, os suicídios e a violência. Ele garante que não é impotente, mas que muitos dos seus conterrâneos são.

Papa paulistano

Projeto: Concede o título de cidadão paulistano ao papa Bento 16.

Autor: Domingos Dissei (PFL), Câmara Municipal de São Paulo.

Argumento: O projeto foi aprovado na Câmara. Já está tudo pronto para o novo papa fazer parte da comunidade paulistana. Só que ele ainda não confirmou presença para receber a homenagem.

Dia do cão

Projeto: Institui o Dia Estadual do Cachorro, o melhor amigo do homem.

Autor: Antônio Pedregal (PT do B), Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro.

Argumento: O deputado, dono de 3 cães, citou como exemplo uma estátua em homenagem aos cães no Missouri, EUA. Mas desistiu porque queriam incluir os gatos na proposta.

Banheiro GLS

Projeto: Obriga a instalação de banheiros para gays e travestis em espaços públicos.

Autor: Carlinhos Presidente (PSB), Câmara Municipal de Nova Iguaçu, RJ.

Argumento: Travestis teriam vergonha de ir tanto ao banheiro masculino quanto ao feminino. A lei aguarda a aprovação do prefeito.

Vai dar bode

Projeto: Obriga as escolas estaduais a servir carne de bode na merenda.

Autor: José Adécio (PFL), Assembléia do Rio Grande do Norte.

Argumento: O autor, criador de cabras, garante que é um tipo de carne nutritiva e propícia para crianças. Se aprovado, ele proporá a mesma receita para os policiais militares.

Sem crase

Projeto: Elimina o uso da crase na língua portuguesa.

Autor: João Hermann Neto (PDT-SP), Câmara dos Deputados.

Argumento: O motivo de tanto ódio aa crase é que, segundo o autor, ela complica a língua portuguesa e só serve para "humilhar muita gente". O projeto ainda vai a votação.

A verdade

Projeto: Obriga aviadores e a Aeronáutica a dizer tudo o que sabem sobre extraterrestres.

Autor: João Caldas (PL-AL), Câmara dos Deputados.

Argumento: O autor nunca foi abduzido, mas se diz um curioso em ETs, em especial os descritos na cidade onde nasceu, Ibateguara, Alagoas. O projeto foi arquivado.

Só no bolinho

Projeto: Institui o bolinho de frango como patrimônio cultural de Itapetininga.

Autor: Hiram Júnior (PFL), Câmara Municipal de Itapetininga, SP.

Argumento: O vereador diz que o bolinho foi criado na cidade e hoje é feito em vários outros estados. Seus colegas classificaram o projeto como "muito oportuno".

Seriedade

Projeto: Institui o Dia do Fã de Séries de TV e Cinema na cidade de São Paulo, a ser comemorado em 17 de março.

Autor: Roger Lin (PSB), Câmara Municipal de São Paulo.

Argumento: O vereador disse que fãs de séries são pessoas que sempre fazem o bem. Só se esqueceram de reelegê-lo na última eleição.

 

Fonte: Superinteressante



Escrito por R às 17h32
[] []





Como surgiu?

De onde vem a crença de 7 anos de azar ao se quebrar um espelho?

                                                                                                                                           

Tudo começou com um estranho hábito dos gregos, que por volta do século VI a.c. iniciaram um método de adivinhação chamado catoptromancia.

Consistia em usar um copo raso ou uma tigela de louça com água onde a imagem da pessoa era refletida na superfície, como num espelho, e lida por um vidente. Se um desses recipientes caísse e quebrasse enquanto alguém se olhava, significava que ou a pessoa ia morrer ou os dias vindouros seriam catastróficos.



Os romanos adotaram o costume e a superstição grega, acrescentando que o infortúnio se estenderia por sete anos, tempo que acreditavam durar seu ciclo de saúde. A regra valia sempre que a pessoa buscasse sua imagem refletida.

Quando, em Veneza, surgiram os primeiros espelhos quebráveis de vidro, em 1300, a superstição passou a ter aplicação econômica. Como os espelhos custavam caro, os serviçais que os limpavam eram advertidos que quebrá-los realmente traria muito azar.

A crença perdura até hoje!

 

Fonte: Superinteressante.



Escrito por R às 14h52
[] []





Mais um pouco de história

HISTÓRIA DO DINHEIRO

Escambo e moeda-mercadoria

A moeda, como hoje a conhecemos, é o resultado de uma longa evolução. No início não havia moeda. Praticava-se o ESCAMBO, simples troca de mercadoria por mercadoria.

Algumas mercadorias, pela sua utilidade, passaram a ser mais procuradas e, aceitas por todos, assumiram a função de moeda, circulando como elemento trocado por outros produtos e servindo para avaliar-lhes o valor. Eram as MOEDAS-MERCADORIAS.

O gado e o sal deixaram marca de sua função como instrumento de troca em nosso vocabulário. Até hoje, empregamos palavras como pecúnia (dinheiro) e pecúlio (dinheiro acumulado), derivadas da palavra latina "pecus" (gado). A palavra capital (patrimônio) vem do latim "capita" (cabeça). A palavra salário (remuneração, normalmente em dinheiro, devida pelo empregador em face do serviço do empregado) tem como origem a utilização do sal, em Roma, para o pagamento de serviços prestados.

Com o passar do tempo, as mercadorias tornaram-se inconvenientes às transações comerciais, em virtude da oscilação de seu valor, assim como pelo fato de não serem fracionáveis e por serem facilmente perecíveis, não permitindo o acúmulo de riquezas.

Quando o homem descobriu o metal, logo passou a utilizá-lo para fabricar seus utensílios e armas, anteriormente feitos de pedra.

Por apresentar vantagens como a possibilidade de entesouramento, divisibilidade, raridade, facilidade de transporte e beleza, o metal impôs-se como principal padrão de valor. Era trocado sob as formas mais diversas. A princípio, em seu estado natural, depois sob a forma de barras e, ainda, sob a forma de objetos, como anéis, braceletes, etc.

Os utensílios de metal passaram a ser mercadorias muito apreciadas. Sua produção exigia, além do domínio das técnicas de fundição, o conhecimento dos locais onde o metal poderia ser encontrado. Essa produção, naturalmente, não estava ao pleno alcance de todos. A valorização, cada vez maior, dos utensílios, levou à sua utilização como moeda e ao aparecimento de réplicas de objetos metálicos, em pequenas dimensões, a circularem como dinheiro, como as moedas faca e chave, encontradas no Oriente, e do talento, moeda de cobre ou bronze, com o formato de pele de animal, encontradas na Grécia e em Chipre.                                                                                                   

Moedas antigas

Surgem, então, no século VII a.C., as primeiras moedas com características das atuais: são pequenas peças de metal com peso e valor definidos e com a impressão do cunho oficial, isto é, a marca de quem as emitiu e garante o seu valor.

As moedas refletem a mentalidade de um povo e de sua época. Nelas podem ser observados aspectos políticos, econômicos, tecnológicos e culturais. Pelas impressões encontradas nas moedas, conhecemos, hoje, a efígie de personalidades de há muitos séculos. Provavelmente, a primeira figura histórica a ter sua efígie registrada numa moeda foi Alexandre, o Grande, da Macedônia, por volta do ano 330 a.C.

Ouro, prata e cobre

Os primeiros metais utilizados na cunhagem de moedas foram o ouro e a prata. O emprego desses metais se impôs, não só pela sua raridade, beleza, imunidade à corrosão e valor econômico, mas também por antigos costumes religiosos. Nos primórdios da civilização, os sacerdotes da Babilônia, estudiosos de Astronomia, ensinavam ao povo a existência de estreita ligação entre o ouro e o Sol, assim como entre a prata e a Lua, fazendo surgir a crença no poder mágico desses metais e no dos objetos com eles confeccionados.

A cunhagem de moedas em ouro e prata manteve-se durante muitos séculos. As peças eram garantidas por seu valor intrínseco, isto é, pelo valor comercial do metal utilizado na sua confecção. Assim, uma moeda contendo vinte gramas de ouro era trocada por mercadorias nesse mesmo valor.

Durante muitos séculos, os países cunharam em ouro suas moedas de maior valor e reservaram a prata e o cobre para os valores menores. Esses sistemas mantiveram-se até o final do século XIX, quando o cuproníquel e, posteriormente, outras ligas metálicas passaram a ser muito empregados. A moeda passou a circular pelo seu valor extrínseco, isto é, pelo valor gravado em sua face, independentemente do metal nela contido.

Com o advento do papel-moeda, a cunhagem de moedas metálicas ficou restrita a valores inferiores, necessários para troco. Com essa nova função, a durabilidade passou a ser a qualidade mais necessária à moeda. Surgem, em grande diversidade, as ligas modernas, produzidas para suportar a alta rotatividade do numerário de troco.

Moeda de papel

Na Idade Média, surgiu o costume de guardarem-se os valores com um ourives, negociante de objetos de ouro e prata. O ourives, como garantia, entregava um recibo e, com o tempo, os recibos passaram a ser utilizados para efetuar pagamentos. A circulação de mão em mão dos recibos deu origem à moeda de papel.

No Brasil, os primeiros bilhetes de banco, precursores das cédulas atuais, foram lançados pelo Banco do Brasil, em 1810. Tinham seu valor preenchido à mão, tal como fazemos hoje com os cheques.

Com o tempo, da mesma forma ocorrida com as moedas, os governos passaram a conduzir a emissão de cédulas. Eles controlam as falsificações e garantem o poder de pagamento.

Atualmente quase todos os países possuem seus bancos centrais, encarregados das emissões de cédulas e moedas.

 

Fonte: História do dinheiro



Escrito por R às 11h15
[] []





Curiosidades

Porque dizemos saúde quando alguém espirra?

Quem nunca disparou um "Saúde!" a alguém que acabou de espirrar? O costume, feito quase que de forma automática por algumas pessoas, é uma realidade na maior parte do mundo. Os hindus dizem "Viva!" ou "Viva bem!", os russos dizem "Seja saudável", os chineses dizem "Que você viva 100 anos!", e por aí vai.

 

 

Como sabemos, o espirro pode ser um dos sintomas de algumas doenças respiratórias. Mas, seguindo a mesma linha de raciocínio, por que não dizemos "Saúde!" a uma pessoa que acabou de tossir?

Na verdade, o costume é mais antigo do que se possa imaginar. Embora não se saiba exatamente quem criou tudo isso, acredita-se que a prática tenha surgido a partir de superstições ancestrais. Uns acreditavam que quando a pessoa espirrava, sua alma saia de seu corpo, sendo necessário dizer "Saúde!" (ou algo semelhante) para que seu espírito não fosse tocado por algum espírito do mal. Outros pensavam o coração parava momentaneamente durante o espirro, assim, a palavra serviria como uma espécie de "boas-vindas" à pessoa de volta à vida.

 

Fonte: Uol



Escrito por R às 09h54
[] []





Hora da fome...

QUEM NÃO CONHECE BACALHAU?

O peixe salgado e seco, de sabor marcante, saiu da mesa da família real, em 1808, e ganhou as panelas da plebe brasileira nos anos seguintes. De lá pra cá, o consumo teve altos e baixos, pois o preço da iguaria sempre esteve atrelado ao dólar. Hoje, mesmo com a moeda americana em baixa, os preços ainda são tão salgados quanto o peixe: variam de R$ 30 a R$ 100 o quilo, de acordo com a variedade (cod, ling, zarbo ou saithe) e o pedaço (lombo, lascas, rabo ou pontas).

Mas como um prato típico do mar frio da Noruega e da Islândia veio aportar no Brasil?

A história do gadus morhua, nome científico do bacalhau, remonta o tempo dos vikings. O peixe abundava nos mares onde os filhos de Thor navegavam lá pelo século 9. Para preservar o alimento durante as longas viagens, eles secavam o peixe ao ar livre até que ele perdesse um quinto do seu peso, endurecesse e pudesse ser comido aos pedaços durante as viagens. Mas foram os bascos, na Espanha, que tiveram a idéia de salgar o pescado para preservar o alimento por mais tempo e facilitar o comércio. A partir de então, o bacalhau ganhou a aparência e o sabor marcante que conhecemos hoje. Mas imagine a revolução na alimentação que a cura e a salga do peixe não provocaram naquela época. Como ainda não havia geladeira, os alimentos estragavam facilmente, e o bacalhau curado e salgado durava meses.

Claro que tamanha revolução acabou em guerra. No século 16, França, Portugal, Inglaterra e Alemanha lutaram pelo controle da pesca do bacalhau no mar da Islândia. E ao longo dos séculos seguintes, vários tratados internacionais foram assinados para regular os direitos de pesca e comercialização do peixe. Mas e o Brasil, onde entra nisso? Como todos sabem, o Brasil foi descoberto e colonizado por portugueses, que eram grandes consumidores do pescado na época. Eles usavam o bacalhau como alimentação principal nos navios durante a época dos descobrimentos. Para evitar uma possível falta do produto, os portugueses até tentaram o mesmo processo de salga do bacalhau com outros peixes, mas não deu lá muito certo. Ora o sabor se perdia, ora o peixe curado não durava tanto. O que dava vantagem ao bacalhau é que por ter um baixo teor de gordura, o bacalhau tem seus nutrientes e sabor preservados durante o processo de cura, salga e secagem. Essa característica transformou o bacalhau em hábito alimentar dos portugueses, que até encontraram uma variedade do peixe no Pacífico Norte, lá pelos lados do Alaska (o Cod Gadus Macrocephalus) para suprir a falta do bacalhau norueguês. Até hoje, o peixe é uma das tradições principais.

O bacalhau aportou no Brasil junto com os primeiros portugueses, mas só com a vinda da família real para cá, em 1808, é que ele foi incorporado aos hábitos alimentares brasileiros. De 1808 até a Segunda Guerra, o bacalhau era um produto relativamente barato (mesmo sendo importado da Noruega) e fazia parte até da dieta da população de menor poder aquisitivo. Pratos à base do peixe eram consumidos à farta nas sextas-feiras, nos dias santos e nas festas familiares. Mas com a Segunda Guerra veio a escassez de comida na Europa, e o preço do bacalhau foi às alturas, restringindo o consumo popular. O peixe virou artigo de luxo, e passou a freqüentar as mesas brasileiras somente no Natal e na Páscoa, as principais festas cristãs.

Aliás, a religião é o motivo pelo qual o bacalhau se transformou em tradição na Páscoa. Durante a Idade Média, a Igreja Católica obrigava seus fiéis a jejuar e a excluir de suas dietas carnes consideradas quentes. O número de dias de abstinência era grande e não ficava restrito somente à Quaresma, o período de 46 dias entre a Quarta-feira de Cinzas e o Domingo de Páscoa. O consumo do bacalhau, uma carne fria, era incentivado nesses dias de abstinência. Os portugueses, católicos e amantes do bacalhau, eram os maiores consumidores. O hábito do bacalhau nos dias de jejum veio para o Brasil com os portugueses. Ao longo dos anos, porém, o rigor do calendário de jejum católico se perdeu, mas nas datas mais expressivas da religião – Natal (Nascimento de Cristo) e Páscoa (Ressurreição de Cristo) - o hábito de comer bacalhau ainda persiste.

 

Fonte: Como tudo funciona



Escrito por R às 11h17
[] []





Curiosidades

A origem dos ditados populares mais conhecidos

CALCANHAR DE AQUILES

A mãe de Aquiles, Tétis, com o objetivo de tornar seu filho invulnerável, mergulhou-o num lago mágico, segurando o filho pelos calcanhares. Páris feriu Aquiles na Guerra de Tróia justamente onde, isso mesmo, no calcanhar. Portanto, o ponto fraco ou vulnerável de um indivíduo, por metáfora, é o calcanhar de Aquiles.

VOTO DE MINERVA

Orestes, filho de Clitemnestra, é acusado do assassinato da mãe. No julgamento, houve empate. Coube a deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu. Voto de Minerva é o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA

Na época do Brasil Império, mais especificamente na época da minoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária era justamente a Joana. Como eles mandavam e desmandavam no país, ficou a frase casa da mãe Joana como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

VÁ SE QUEIXAR AO BISPO

No tempo do Brasil colônia, por causa da necessidade de povoar as novas terras, a fertilidade na mulher era um predicado fundamental. Em função disso, elas eram autorizadas pela igreja a transar antes do casamento, única maneira de o noivo verificar se elas eram realmente férteis. Ocorre que muitos noivinhos fugiam depois do negócio feito. As mulheres iam queixar-se ao bispo, que mandava homens atrás do fujão.

CONTO DO VIGÁRIO

Duas igrejas em Ouro Preto receberam um presente uma imagem de santa. Para verificar qual da paróquias ficaria com o presente, os vigários resolveram deixar por conta da mão divina, ou melhor, das patas de um burro. Exatamente no meio do caminho entre as duas igrejas, colocaram o tal burro, para onde ele se dirigisse, teríamos a igreja felizarda. Assim foi feito, e o vigário vencedor saiu satisfeito com a imagem de sua santa. Mas ficou-se sabendo mais tarde que o burro havia sido treinado para seguir o caminho da igreja vencedora. Assim, conto do vigário passou à linguagem popular como falcatrua, sacanagem.

FICAR A VER NAVIOS

O rei de Portugal, Dom Sebastião, morreu na batalha de Alcácer-Quibir,mas o corpo não foi encontrado. A partir de então (1578), o povo português esperava sempre o sonhado retorno do monarca salvador. Lembremos que, em 1580, em função da morte de Dom Sebastião, abre-se uma crise sucessória no trono vago de Portugal. A conseqüência dessa crise foi a anexação dePortugal à Espanha (1580 a 1640), governada por Felipe II. Evidentemente,os portugueses sonhavam com o retorno do rei, como forma salvadora de resgatar o orgulho e a dignidade da pátria lusa.Em função disso, o povo passou a visitar com freqüência o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, esperando, ansiosamente,o retorno do dito rei. Como ele não voltou, o povo ficava apenas a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS

Os portugueses, conta a história, tinham dificuldades em entender os que diziam os frades franciscanos patavinos, isto é, originários de Pádua, em italiano Padova. Não entender patavina significa não entender nada.

CHEGAR DE MÃOS ABANANDO

Os imigrantes, no século passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de mãos abanando, davam um indicativo de que não vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto, chegar de mãos abanando é não carregar nada. Ele chegou de mãos abanando ao aniversário. Significa que não trouxe presente ao pobre aniversariante, que terá de se satisfazer apenas com a presença do amigo.

SEM EIRA NEM BEIRA.

Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes qe conferiam status ao dono do imóvel.Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre.

NAS COXAS

As primeiras telhas dos telhados nas casas aqui no Brasil eram feitas de argila, que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram daÁfrica. Como os escravos variavam de tamanho e porte físico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas. Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

ANDAR À TOA

Toa é a corda com que uma embarcação remboca a outra. Um navio que está "à toa" é o que não tem leme nem rumo, indo para onde o navio que o reboca determinar. Uma mulher à toa, por exemplo, é aquela que é comandada pelos outros.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA

Esta é bíblica. Como vocês sabem, o bezerro era adorado pelos hebreus e sacrificados para Deus num altar. Quando Absalão, por não ter mais bezerros, resolveu sacrificar uma bezerra, seu filho menor, que tinha grande carinho pelo animal, se opôs. Em vão. A bezerra foi oferecida aos céus e o garoto passou o resto da vida sentado do lado do altar "pensando na morte da bezerra". Consta que meses depois veio a falecer.

SANTINHA DO PAU OCO

Expressão que se refere à pessoa que se faz de boazinha, mas não é. Nos século XVIII e XIX os contrabandistas de ouro em pó, moedas e pedras preciosas utilizavam estátuas de santos ocas por dentro. O santo era "recheado" com preciosidades roubadas e enviado para Portugal.

 

Fonte: crença popular.

 

 

 



Escrito por R às 16h15
[] []





Mitos X Verdades

Fornos autolimpantes

Li uma matéria sobre utilidades domésticas que falava sobre o funcionamento dos fornos autolimpantes. Eis o trecho:

"Os fornos autolimpantes utilizam um ciclo de temperatura de aproximadamente 480°C para queimar alimentos assados que foram derramados, sem utilizar produtos químicos. Esses fornos foram criados com um engate mecânico (patenteado em 1982) para manter a porta do forno travada e fechada durante e logo após um ciclo de limpeza em alta temperatura, podendo esse tempo ser de aproximadamente três horas. A porta fica travada para evitar queimaduras. É possível abrir essa porta quando o forno esfriar, atingindo uma temperatura de aproximadamente 310°C.

Se os resíduos derramados não forem limpos após o alimento ser assado, poderá haver fumaça durante o ciclo de limpeza do forno. É recomendável retirar os animais de estimação da área durante o processo de autolimpeza. Foram relatados que revestimentos de Teflon, quando aquecidos, exalavam um vapor inodoro, porém fatal a pássaros.

Os fornos autolimpantes possuem a vantagem de ter maior isolamento, o que ajuda na capacidade de energia para que seja possível assar normalmente.

Você também irá economizar nos custos de energia, utilizando o ciclo de autolimpeza logo após assar algo, aproveitando que o forno já está parcialmente aquecido."

No entanto, eu nunca vi um forno que travasse a abertura, ou mesmo que chegasse a essa temperatura. Consultando por aí, descobri que a realidade, na verdade, é bem outra. Em geral eles são bem "tupiniquins". Exemplos:

Fornos autolimpantes da marca Consul:

No forno autolimpante as paredes internas, são revestidas com um tipo de esmalte microporoso, que submetido a altas temperaturas, reage com a gordura, eliminando as manchas de óleo e gordura, normais após o uso de um forno.

Brastemp:

As paredes são revestidas com esmalte especial, responsável pela autolimpeza enquanto o forno estiver em uso.

E chegamos ao cúmulo de ter que limpar o forno autolimpante (!!!), como diz o manual da marca Dako:

Revestido com esmalte especial de porcelana que auxilia a remoção da gordura enquanto o forno estiver funcionando. Garante um processo de limpeza contínuo. Em caso de acúmulo excessivo de gorduras veja o item " Cuidados na Limpeza".

 

Ah, uma curiosidade sobre o assunto: segundo este mesmo manual da marca Dako, sempre que formos acender um forno é conveniente que seja deixado em local de fácil acesso um KIT DE PRIMEIROS SOCORROS. Já imaginou você ligar para os bombeiros solicitando atenção porque você está prestes a colocar pra assar o seu suflê de cenouras?

                                                                                               

Aff... ninguém merece!                                                                             



Escrito por R às 17h53
[] []





Esclarecendo.....

 

Sentimentos X Emoções.

Emoção, numa definição geral, é um impulso neural que move um organismo para a ação. A emoção se diferencia do sentimento por ser um estado psico-fisiológico. O sentimento, por outro lado, é a emoção filtrada através dos centros cognitivos do cérebro, especificamente o lobo frontal, produzindo uma mudança fisiológica em acréscimo à mudança psico-fisiológica.

Sentimentos, de forma genérica, são informações que seres biológicos são capazes de sentir nas situações que vivenciam. Por exemplo, medo é uma informação de que há risco, ameaça ou perigo direto para o próprio ser ou para interesses correlatos. Esta informação não resulta necessariamente na mesma reação entre os receptores, mas varia, dependendo da competência em lidar com a situação e de como isso se relaciona com experiências passadas e outros fatores.

                                               

O sistema límbico é a parte do cérebro que processa os sentimentos e emoções. 

Para entender de uma vez....

Atualmente o termo sentimento é, também, muito usado para designar uma disposição mental ou de propósito de uma pessoa para outra ou para algo. Os sentimentos, assim, seriam ações decorrentes de decisões tomadas por uma pessoa.

Por exemplo, o amor não é o conjunto de emoções que a pessoa sente por outra ou algo, mas o ato de sempre decidir pelo bem ou a favor de outrem ou algo, independente das circunstâncias. As sensações físicas sentidas surgem como conseqüência da decisão de amar. Este sentimento é chamado por muitos estudiosos como ágape, ou amor ágape. Já as sensações que a atração física que uma pessoa sente por outra produzem em alguém, não podem ser chamadas de amor, ou de algum tipo de sentimento, mas apenas emoções (sensações corporais), conseqüentes do instinto que levou essa pessoa a sentir atração física pela outra.

Nesta concepção, um sentimento é uma decisão (disposição mental) que alguém toma em sua mente, ou alma, ou espírito, a respeito de outrem ou algo. Por este conceito, toda e qualquer palavra que denota emoções quando usada, pode ser classificada como sentimento quando se refere a algo que podemos ou não escolher fazer (se é um ato pode-se cometê-lo ou não, não é um instinto fora do controle da consciência) ou seja, que possua uma forma verbal. Exemplos:

Amor - Amar (pode-se ou não cometer o ato de amar, a si mesmo, a outrem ou a algo);

Ódio - Odiar (pode-se ou não cometer o ato de odiar, a si mesmo, a outrem ou a algo);

Estes sentimentos (estas decições ou disposições mentais) porém, vão promover emoções no corpo que, estas sim, serão sentidas. Por isso, uma pessoa que ama outra, por haver tomado essa decisão de amar essa outra, mesmo depois de sofrer algum mal cometido pela pessoa amada, pode continuar amando-a, muitas vezes sem entender como pode amar ao mesmo tempo que sente a emoção característica do momento da ira, ou da dor da traição, ou alguma outra emoção que, racionalmente, poderia conduzir a pessoa que ama a querer deixar de amar.

Um problema que pode confundir o entendimento nesta concepção do que é sentimento, é o fato de que, geralmente, os nomes usados pra se referir a um sentimento também são os mesmos usados pra se referir às emoções mais características destes mesmos sentimentos.

Eis o que podemos sentir:

Aborrecimento • Agressividade • Afetividade • Aflição • Alegria • Amizade • Amor • Angústia • Ansiedade • Arrependimento • Antipatia • Carinho • Ciúme • Coragem • Culpa • Curiosidade • Desapontamento • Dó • Egoísmo • Empatia • Esperança • Euforia • Felicidade • Histeria • Hostilidade • Indecisão • Inveja • Ira • Mágoa • Medo • Nojo • Ódio • Orgulho • Paixão • Pânico • Pena • Prazer • Preguiça • Preocupação • Raiva • Remorso • Resignação • Saudade • Simpatia • Susto • Sofrimento • Solidão • Surpresa • Tédio • Tristeza • Vergonha

Mais alguma coisa?

 

Fonte: Wikipedia

 

PS: lembrando que sobre saudade temos um tópico próprio neste blog.



Escrito por R às 16h59
[] []





Como é que foi?

Algumas das descobertas feitas por acaso no mundo da ciência:

 

 

O acaso, já dizia Pasteur, só favorece aos espíritos preparados e não prescinde da observação.

 

 

ADOÇANTES

 

A descoberta da sacarina ocorreu no século dezenove. Fahlberg, assistente de laboratório, notou que uma substância que ele preparara e que, acidentalmente, havia caído em sua mão, tinha sabor singularmente doce. Fahlberg aparentemente previu alguma importância para essa substância pois, além de desenvolver um processo industrial na sua produção, registrou sua patente em 1885. O nome escolhido para essa substância? Sacarina, derivado da palavra latina saccharum, que significava açúcar.
O segundo adoçante também surgiu por um acaso. Em 1937, um estudante de graduação de química, chamado Michael Sveda, percebeu um sabor nitidamente doce no cigarro que fumava e procurou verificar de onde vinha esse sabor. Chegou sem muita dificuldade a uma substância com que estivera trabalhando e que se descobriu ser o cicloexilsulfamato de sódio. Esses adoçantes foram largamente empregados nos EUA e no resto do mundo, até 1970, quando foram proibidos com base em testes realizados com animais, em que exerceram uma ação carcinogênica.
O aspartame também foi descoberto por acaso. É uma fração de um tetrapeptídeo que estava sendo pesquisado como um padrão biológico ligado a um projeto de tratamento de úlcera gástrica.

 

PENICILINA

O primeiro antibiótico, a penicilina, foi descoberto por acaso por Alexander Fleming, que reparou que numa determinada cultura de bactérias, contaminada por uma determinada espécie de fungos, as bactérias não se desenvolviam. Ela foi descoberta em 22 de setembro de 1928 e está disponível como fármaco desde 1941.

LSD

O LSD foi inventado por acaso, quando o químico Albert Hofmann trabalhava na síntese dos derivados do ácido lisérgico, uma substância que impede o sangramento excessivo após cirurgias como o parto. A descoberta dos efeitos da droga verificou-se quando ele ingeriu, acidentalmente, um pouco da substância. Logo em seguida o nobre cientista se viu obrigado a interromper o trabalho devido aos efeitos alucinógenos que começou a sentir.

BACILO DA TUBERCULOSE

Robert Koch tentou insistentemente identificar a bactéria que causava tuberculose. Ele desconfiava que o patógeno se manifestasse no catarro dos pacientes, porém não conseguia identificá-lo no microscópio. Em 1882 ele estava na cozinha de sua casa com uma de suas lâminas com amostra de catarro contaminado com tuberculose nas suas mãos. Ele acidentalmente encostou a lâmina no fogão de ferro quente para comer alguma coisa. Mais tarde, quando foi olhar a lâmina, ele conseguiu ver claramente os bacilos patogênicos no seu microscópio. Robert é considerado um dos pais da microbiologia e descobriu que, para a identificação de algumas bactérias, é necessário que elas sejam submetidas ao calor primeiramente.

MICROONDAS

Os emissores de microondas (magnetrons) proviam os radares aliados na Segunda Guerra Mundial. Foi Percy Spencer em 1946 quem percebeu que estas ondas também aqueciam, ao descobrir uma barra de caramelo derretida em seu bolso. Spencer testou a experiência posteriormente com pipoca e também com um ovo. O primeiro forno de microondas desenvolvido pesava mais de 200kg.

VIAGRA

Milhões de homens ao redor do globo devem tributo a esta descoberta feita por pesquisadores que, em 1992, trabalharam duro testando uma nova droga para tratar angina que mostrou firme evidência de que era, em realidade, um inesperado e poderoso ampliador da capacidade sexual masculina.

 

  

Fontes: Diabetenet.com.br, Wikipedia, Hscience



Escrito por R às 01h37
[] []





Leis absurdas pelo mundo

                                   A falta do que fazer....

A cidade de Miami, na Flórida, Estados Unidos, não sabe o que fazer com suas buzinas. Uma norma de 1967 estabelece que "nenhuma pessoa deve operar uma bicicleta que não esteja equipada com um sino ou equipamento capaz de produzir um sinal audível a pelo menos 100 pés (30 metros) de distância". Outra lei, de 1980, proíbe os ciclistas de utilizar esses mesmos equipamentos de alerta sonoro. (Ou seja, lá todo mundo tem que ter buzina mas ninguém pode usar).

Uma lei do Estado americano do Tennessee determina que é proibido praticar caça esportiva sobre qualquer veículo em movimento. O regulamento faz exceção para apenas um tipo de animal: as baleias. Detalhe: o Tennessee tem um litoral tão extenso quanto o de Minas Gerais - a praia mais próxima está a 500 quilômetros.

Nos anos 60, o senador estadual do Alaska Bob Ziegler apresentou uma lei que proibia que cachorros civis imitassem cachorros policiais. Ou seja, cães comuns não poderiam andar nos locais reservados aos agentes caninos nem comer a mesma comida. Caso fosse aprovada, a lei poderia restringir até mesmo o direito de morder bandidos.

Em setembro de 1999, Jose Rubio, prefeito de Lanjaron, Espanha, proibiu a morte em seu município. O cemitério da cidade estava lotado e, enquanto a prefeitura procurava um terreno para construir outro, os 4 000 habitantes deveriam cuidar da saúde para não falecer. Os infratores teriam que responder por seus atos. Soa bizarro para nós brasileiros, mas, pasme, a idéia é familiar para os franceses. O prefeito de Le Lavandou, no sul da França, formulou uma lei idêntica depois que a assembléia vetou a construção de um novo local de descanso para os mortos.

O Estado americano da Virgínia faz jus ao nome. Além de proibir por lei o sexo anal e o sexo oral - medidas que tornam o homossexualismo virtualmente ilegal -, a legislação veta qualquer outra posição sexual que não seja o "papai-e-mamãe". Também é proibido fazer cócegas em mulheres.

O município de Chico, na Califórnia, formulou uma lei que determinava uma multa de 500 dólares para quem explodisse uma bomba nuclear em seu território. A medida, feita para conter o terrorismo, esqueceu de especificar quem sobraria para cobrar o dinheiro do infrator.

A cidade de Chateauneuf-du-Pape, França, famosa por seus vinhos, proibiu, em 1954, que discos voadores pousassem sobre suas vinícolas. Só sobre as vinícolas! Caso isso acontecesse, o "veículo" deveria ser imediatamente recolhido para um depósito. A medida, que obteve sucesso em afastar os OVNIs, foi revogada poucos anos depois. No Brasil, os alienígenas seriam mais bem-vindos. O munícipio de Barra do Garças, no Mato Grosso, criou, em 1995, uma área de 5 hectares destinada ao pouso de objetos voadores não-identificados.

Garantir a sobrevivência dos animais não basta: é preciso também defender o seu bem-estar. Em 1980, o Estado do Wyoming proibiu que se tirem fotografias de coelhos entre janeiro e abril sem uma licença oficial. Os zelosos legisladores queriam proteger a privacidade dos bichinhos em sua época de acasalamento. Já na cidade de Pacific Grove, na Califórnia, os deputados determinaram multas de até 500 dólares para pessoas que molestarem ou ameaçarem borboletas. E em Nova Orleans, Louisiana, é ilegal amarrar um jacaré a um hidrante. (Alguém aí sabe como se "ameaça" uma borboleta?)

Na Florida, é ilegal uma senhora solteira, divorciada ou viúva fazer pára-quedismo aos Domingos à tarde.

Jim Kaster, deputado no Texas criou uma lei, onde cada bandido deveria ser obrigado a avisar as suas futuras vítimas, com antecedência de 24 horas, sobre o crime que eles iriam cometer.

No Líbano, os homens podem legalmente ter relações sexuais com animais, mas estes têm que ser fêmeas. Relações sexuais com machos é punível com a morte.

Em Cali, na Colômbia, uma mulher só pode ter relações com seu marido - e na primeira vez que isso ocorre, sua mãe deve estar no quarto para testemunhar o ato.

No Bahrain, um médico pode legalmente examinar a genitália feminina, mas ele é proibido de olhar diretamente para ela durante o exame. Ele pode apenas olhar através de um espelho.

Os muçulmanos não podem olhar os genitais de um cadáver. Isto também se aplica aos funcionários da funerária. Os órgãos sexuais do defunto devem estar sempre cobertos por um tijolo ou por um pedaço de madeira. (tijolo?)

 

Fonte: Gargalhadas. Iol; Superinteressante

 



Escrito por R às 14h56
[] []





O que aconteceria se....?

E se a água dos oceanos fosse doce?

Um mar de água doce mexeria com todo o clima da Terra – e com nossa vida também. O planeta teria mais geleiras, poderia abrigar menos pessoas e nós seríamos mais deprimidos. A parte boa dessa coisa toda é que não faltaria água para beber e, talvez, o homem inventasse mais.

As mudanças seriam tão grandes quanto o volume de sais que existe no mar: hoje, se os oceanos secassem, o planeta poderia ser coberto por uma camada de sal com 150 metros de espessura! A maior parte é sal de cozinha (cloreto de sódio). O resto são sais de enxofre, magnésio, cálcio e potássio, entre outros.

O sal é um dos fatores que determinam a movimentação das correntes marítimas – os outros são a temperatura e os ventos. A água do mar com menos sal (menos densa) corre sobre a água com mais sal (mais densa). "Se toda a água fosse doce, provavelmente haveria menos movimentação nos oceanos", afirma o oceanógrafo Belmiro de Castro Filho, da USP.

E daí? O problema é que o Sol aquece a Terra principalmente pela região do Equador. São os ventos e as correntes marítimas que distribuem o calor para os pólos – e o frio para o Equador. A corrente do Golfo (quente), por exemplo, garante que a Inglaterra não seja um bloco de gelo. E a corrente do Peru (fria) permite a boa pesca no litoral do Chile. Com as correntes mais fracas, as zonas frias seriam mais frias e as quentes, mais quentes. Haveria também mais geleiras. "O clima geral da Terra ficaria mais frio e seco", diz a pesquisadora Leila de Carvalho, do Instituto de Astronomia e Geofísica da USP. Isso porque o gelo reflete diretamente a radiação solar – e a Terra é aquecida pelos raios absorvidos pelo solo e pela água.

Um consolo nisso tudo: a ecologista Gisela Shimizu, da USP, acha que o frio, por obrigar as pessoas a ficar em casa sem ter o que fazer, poderia estimulá-las a exercitar a criatividade. Quem sabe, vivendo num planeta mais gelado, o homem pensasse mais.

 

 

A TERRA HOJE

ZONA TROPICAL – Entre o trópico de Câncer (norte) e o de Capricórnio (sul).

ZONAS TEMPERADAS – Entre os trópicos e os círculos polares Ártico (norte) e Antártico (sul).

ZONAS POLARES – Além dos círculos polares.

 

Gelo a perder de vista

A água do mar, salgada, congela a -2 oC. Se fosse doce, congelaria a 0 oC. Por isso, haveria mais gelo no mar. O oceano, que hoje é congelado acima da latitude 70o, passaria a ter geleiras até a latitude 60o. Com isso, a América, Ásia e Europa estariam unidas por placas de gelo, no Pólo Norte. E a Antártida ficaria mais próxima da América do Sul, da Austrália e da África.

 

O mar vai virar sertão

Mais geleiras significam um oceano com nível mais baixo. Assim, os continentes teriam mais pedaços de terra descobertos, ou seja, seriam maiores. Algumas ilhas submersas emergiriam e outras seriam ligadas a continentes – Indonésia e Japão, por exemplo, fariam parte da Ásia continental. O mar Vermelho secaria completamente.

 

Marrom da cor do mar

As espécies exclusivamente marinhas não existiriam. Os corais, por exemplo, necessitam dos minerais presentes nos sais marinhos. E as espécies mais coloridas, como certos peixes e invertebrados, são assim para se camuflar nos corais. A vida nos oceanos seria mais parecida com a dos lagos, onde o chão é lodoso. A cor dominante seria, portanto, o marrom.

 

Aridez na Amazônia

Quando a Terra tinha mais geleiras, chovia mais no deserto do Saara, onde viviam até dinossauros. Isso leva a crer que, num mundo de água doce, o Saara seria mais úmido e teria mais plantas e animais. Por outro lado, a Amazônia é tão frágil e seu solo, tão pobre que a floresta não sobreviveria ao aumento da temperatura no Equador, e viraria um deserto.

 

Menos comida, menos gente

Com clima geral mais frio e seco, a capacidade de produzir alimentos diminui. O número de pessoas na Terra é limitado pela quantidade de comida disponível, então seria menor. Provavelmente o homem teria desenvolvido mais formas de viver em ambientes gelados e um meio de transporte eficiente na neve, para ir facilmente da Europa à América pelo Pólo Norte.

 

É 8 ou 80 no clima do planeta

Com menos correntes marítimas, a tendência é que o calor seja menos distribuído. Assim, a região do Equador seria ainda mais quente e as zonas temperadas, mais frias. No geral, as zonas glaciais avançariam até 10o de latitude sobre as zonas temperadas, que encolheriam. Da mesma forma, as zonas tropicais cederiam alguns graus para as regiões temperadas.

 

Fonte: Superinteressante



Escrito por R às 21h26
[] []





Como o açúcar pode explodir sua casa

Acredita que poeira de açúcar possa ter feito isso?

Leia o texto para descobrir como....

A história parece completamente absurda? Pois é. Mas o que é mais absurdo é o fato de que o açúcar pode realmente ser perigoso - não para o consumidor, mas para as pessoas que operam a refinaria.

Ainda que você talvez nunca tenha pensado nisso, uma das propriedades do açúcar é ser inflamável. Quem quer que tenha passado por uma má experiência ao caramelizar o açúcar serve como testemunha do fato. Um marshmallow em chamas é outro bom exemplo de açúcar inflamável, apesar de não explodir. Mas, então, como pode o açúcar explodir?

Na verdade, aquilo que torna o açúcar inflamável nada tem de incomum. De fato, antes do desastre na refinaria da Imperial Sugar, houve 281 explosões de poeira volátil nos Estados Unidos entre 1980 e 2005, que custaram 119 vidas. As explosões foram causadas por poeira de cereais, madeira e outras substâncias.

"Qualquer material orgânico pode queimar", diz o Dr. Steve Brown, químico da Universidade do Arizona. Mas para que uma explosão aconteça, especialmente em caso de poeira volátil, como a de açúcar, outros fatores precisam estar envolvidos.

                 

Imagine que uma pessoa esteja em uma sala fechada na qual existe uma camada espessa de poeira de açúcar. Quando a pessoa bate com a mão espalmada no tampo de uma mesa, dispersando parte da poeira, se ela for imprudente e decidir acender um fósforo, o que aconteceria em seguida, se observado em câmera lenta, seria não uma detonação única e instantânea, mas uma reação em cadeia. A partícula de açúcar acesa pelo fósforo atearia fogo a outra partícula e assim por diante. O processo todo seria alimentado pelo oxigênio da sala e, como a poeira fica suspensa no ar, ela interagiria mais facilmente com o oxigênio do que se estivesse assentada sobre a mesa. Esse é também o motivo por que os marshmallows não explodem: o açúcar que eles contêm não encontra muito oxigênio para interação, dada a densidade do produto.

A força da explosão depende da sala. A reação em cadeia produzida pelas partículas de açúcar incandescentes gera energia. Isso produz compressão e expande o volume de ar. Quando essa concentração ocorre mais rápido do que a queima da chama (como pode ser o caso em um ambiente fechado), uma explosão ocorre.

A primeira explosão é a explosão primária, e a força que uma explosão primária cria pode movimentar ainda mais poeira de açúcar, o que geraria uma explosão secundária. As duas podem acontecer em rápida sucessão, e a segunda detonação é muitas vezes a mais poderosa.

Determinar se uma sala repleta de poeira de açúcar pode explodir depende também de outros dois fatores. As dimensões das partículas de açúcar são importantes. A Associação Nacional de Proteção contra Incêndios dos EUA concluiu que partículas de poeira precisam ter 420 mícrons para que sejam voláteis. Isso parece pequeno, mas, na verdade, representa um grão quatro vezes maior que o grão médio de sal de cozinha. E tampouco é necessário grande volume de poeira para constituir ameaça. A associação diz que bastam alguns milímetros de poeira, sobre apenas 5% da superfície de uma área, para que haja "risco significativo de explosão".

 

Pra que pólvora né? Cruzes....

 

Fonte: Chemical Safety Board, CNN. Retirado de "como tudo funciona".



Escrito por R às 11h48
[] []



 
  [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]